Este blog está correctamente escrito em português, à revelia do triste acordo ortográfico em vigor.

18/11/2017

Leitura nova: Comer Beber


(informação disponibilizada por Filipe Melo)

Na Berlim dos anos 40, em plena Segunda Guerra Mundial, Franz Majowski esconde uma garrafa de champanhe no cofre do seu restaurante. Na década de 80, Lloyd Jenkins percorre o interior da América em busca de uma tarte de maçã.
Um relato ficcional e outro real. Dois contos que partiram de um convite da revista Granta e que formam agora um livro em dois capítulos que se cruzam na relação - simultaneamente universal e pessoal - entre o paladar e a memória.

17/11/2017

Nas bancas: Os Vingadores #9



(nota informativa disponibilizada pela editora)

Um dos maiores do Universo Marvel vai atingir neste volume o seu apogeu. Além de todas as incidências do julgamento (altamente mediático) do Gavião Arqueiro, com destaque para a presença de Matt Murdock – o próprio Demolidor – como advogado de acusação, a comunidade de super-heróis terá de lidar com mais uma visão aterradora de Ulysses, o inumano capaz de prever o futuro: nada mais, nada menos que o assassinato do Capitão América (Steve Rogers) às mãos do novo Homem-Aranha (Miles Morales).

16/11/2017

Nas bancas: Liga da Justiça #2 - O Vírus Amazo



(nota informativa disponibilizada pela editora)

A Liga da Justiça é o maior grupo de heróis da DC Comics, criado em 1960 pelo escritor Gardner Fox, que foi também um autor de ficção científica bem conhecido. No início, Batman e Super-homem não faziam parte do grupo, que ao longo dos tempos tem sido alterado.

15/11/2017

Star Wars e Tex

 
Sempre a(s) mesma(s) história(s)

Alguém disse que só há três ou quatro histórias para contar. Depois, o que muda é a forma como são narradas e os protagonistas escolhidos para elas.
A afirmação - mesmo passando ao lado da quantificação numérica - é questionável e discutível mas, paradoxalmente, aplicável ao cinema como à literatura, à TV como à banda desenhada.
Deixo dois exemplos.

13/11/2017

Monstress

Catálogos





A construção de um catálogo - genericamente - é algo complicado, sujeito a avanços e recuos, a boas surpresas e a grandes desilusões. Para quem edita e para quem compra/lê o que é editado.
Entre catálogos genéricos e outros, digamos, ‘especializados’, existe de tudo no mercado livreiro em Portugal.

12/11/2017

Leitura Nova: Dodô




(nota informativa disponibilizada pela editora)

DODÔ
Argumento e arte de Felipe Nunes
Laila tem seis anos, apenas. A custo, é forçada a habituar-se à realidade de uma mãe ausente e à ideia de não ir à escola. Numa das suas tardes chatas e vazias, conhece um misterioso e divertido pássaro vindo de um parque nas redondezas...

11/11/2017

Leitura nova: Olimpo tropical



(nota informativa disponibilizada pela editora)

Olimpo tropical
André Diniz (argumento) e Laudo Ferreira (desenho)
136 págs., preto e branco, capa a 4 cores, com badanas, formato 190 x 260 mm
20.º título da colecção “Romance Gráfico Brasileiro”.
ISBN: 978-989-8513-31-3
PVP: 14,90 euros (C/IVA)

28.º Amadora BD: Programa 11 e 12/11

10/11/2017

Plano editorial Goody/Marvel para 2018

Nas bancas: Homem-Aranha #8



(nota informativa disponibilizada pela editora)

Sinopse: 

Peter Parker tem levado uma vida dupla. Por um lado assume o papel de presidente da sua empresa multinacional do sector da alta tecnologia; por outro está constantemente em acção vestindo a pele (ou será o fato?) do espectacular Homem-Aranha. Peter tem andado tão ocupado que nem sequer tem tido tempo para a sua família (e amigos), situação que pretende reverter com uma grande festa em Nova Iorque.

09/11/2017

Liga da Justiça: a nova colecção Levoir/Público






(nota informativa disponibilizada pela editora)

A Levoir e o Público, antecedendo o lançamento cinematográfico de Liga da Justiça, o supergrupo que reúne os maiores heróis da DC, lançam a 9 de Novembro, [hoje] uma colecção de 5 volumes da Liga da Justiça.

08/11/2017

J. Kendall #129

Bom vício



(Semi-)escrito no mês passado, este texto só agora chega aos (meus) leitores. Entretanto, saltou uma edição mas adapta-se também à primeira ideia: J. Kendall, a criminóloga Julia, está de regresso às minhas leituras – desculpem a inveja que causo a tantos portugueses - satisfazendo um vício incontornável – que reconheço, mas não tenho intenção de tratar - e nunca serei suficientemente grato aos meus ‘fornecedores’!
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